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Ricardo Gugel
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LusoFunding: Como Funciona Esta Plataforma Que “Financia” Apostadores?

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LusoFunding: Como Funciona Esta Plataforma Que “Financia” Apostadores?

O mercado das apostas desportivas continua a evoluir e, de tempos a tempos, surgem modelos que tentam desafiar o formato tradicional das casas de apostas.

Uma dessas propostas chama-se LusoFunding e apresenta-se como algo diferente: uma plataforma que aplica o conceito de “Prop Firm” ao universo dos prognósticos desportivos.

Mas afinal, o que significa isso na prática? E o que muda para quem aposta?

O termo Prop Firm (Proprietary Trading Firm) vem do mundo do trading financeiro.

Funciona assim:

  1. Um trader não precisa de usar o seu próprio capital.
  2. Primeiro prova que consegue gerar resultados consistentes dentro de regras de risco bem definidas.
  3. Se for aprovado, passa a operar com capital financiado pela empresa e recebe uma percentagem dos lucros.

A LusoFunding tenta adaptar exatamente essa lógica às apostas desportivas.

Em vez de simplesmente apostar numa casa de apostas com a tua banca, o processo é estruturado em fases de avaliação.

A LusoFunding apresenta-se como uma plataforma de avaliação de performance aplicada aos prognósticos desportivos.

Como referimos anteriormente, o conceito é inspirado nas chamadas Prop Firms do setor financeiro, onde as empresas financiam traders depois de estes provarem que conseguem gerar resultados consistentes.

Adaptando essa lógica ao universo das apostas, a LusoFunding propõe um modelo onde o foco não está na aposta pontual, mas sim na consistência ao longo do tempo.

Segundo a informação divulgada pela própria marca:

  • A plataforma não se posiciona como casa de apostas.
  • Não aceita apostas com dinheiro real dentro do sistema.
  • O objetivo é avaliar talento analítico e disciplina.
  • A progressão baseia-se em critérios objetivos e métricas de risco.

A performance é comprovada antes de existir qualquer financiamento.

Apesar de o conceito já existir noutros mercados internacionais, trata-se de uma abordagem ainda pouco comum no espaço lusófono. Se ganhar tração, poderá representar uma nova subcategoria dentro do ecossistema das apostas desportivas.

Ainda encontrámos mais fontes de informação nas redes sociais da plataforma:

O modelo da LusoFunding assenta num sistema de desafios estruturados.

De forma simplificada, o processo segue estas etapas:

  1. O apostador adquire acesso a um desafio.
  2. Recebe uma conta com capital virtual.
  3. Tem de atingir uma meta de rentabilidade.
  4. Deve respeitar limites máximos de perda (diários e totais).
  5. A avaliação decorre por fases.
  6. Passando, pode receber uma percentagem dos lucros.

Segundo a LusoFunding, esta fase decorre em ambiente simulado.

Ou seja, não existem apostas com dinheiro real durante o teste e o único custo direto é a taxa paga para participar no desafio.

E Se Passares?

Se cumprires todos os critérios, tornas-te elegível para um modelo financiado.

Nessa fase, podes receber uma percentagem dos lucros gerados, de acordo com as regras da plataforma.

A lógica é clara: primeiro provas desempenho, depois tens acesso ao financiamento.

Em Portugal, as casas de apostas online são reguladas pelo SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos).

Apenas operadores licenciados podem aceitar apostas com dinheiro real.

A LusoFunding não se apresenta como casa de apostas.

Como sempre, a nossa equipa sugere sempre a qualquer utilizador ler atentamente os termos e condições antes de participar.

Segundo a própria empresa, trata-se de uma plataforma de avaliação de performance, onde a fase de teste decorre em ambiente simulado.

Sendo um formato ainda pouco comum no mercado nacional, será curioso acompanhar a sua evolução e perceber como se posiciona dentro do quadro regulatório português.

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