A Chéquia regressa ao Mundial 20 anos depois de uma qualificação que culminou com a vitória sobre a República da Irlanda nos penáltis. A selecção de Koubek chega com uma geração experiente liderada por Schick e Souček e a motivação de superar a edição de 2006.
Com Schick como referência ofensiva e Souček a controlar o meio-campo, a Chéquia tem qualidade para surpreender no Grupo A frente ao México, à Coreia do Sul e África do Sul. O pragmatismo e a vasta experiência serão os seus maiores trunfos no torneio.
A Chéquia tem uma identidade colectiva bem definida, com jogadores experientes em ligas europeias de topo capazes de marcar em momentos muito decisivos. A selecção de Koubek não é imune a sofrer golos, como demonstrou jogos mais recentes.
Os adversários do Grupo A têm qualidade para criar problemas frente à defesa checa, o que aumenta a probabilidade dos jogos terem golos de ambas as seleções. Ambas marcam é um prognóstico do Mundial adequado tendo em conta as características desta selecção.
A Chéquia marcou golos em praticamente todos os encontros da qualificação europeia e tem em Schick um finalizador de elite capaz de decidir qualquer encontro com poucas oportunidades. A produção ofensiva recente desta seleção também sustenta este limiar nos jogos do Mundial 2026.
A combinação de um ataque eficaz com uma defesa que tende a conceder oportunidades garante que os encontros da Chéquia raramente terminam com apenas um golo. O mercado de total de golos acima de 1.5 é uma aposta com valor nos jogos da República Checa na fase de grupos.