O Brasil defronta o Haiti na segunda jornada do Grupo C, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia, num jogo em que a diferença de experiência e qualidade entre as duas seleções é evidente. O Haiti regressa ao Mundial após mais de cinco décadas de ausência, mas sem os recursos individuais para travar a Canarinha.
Com Carlo Ancelotti a orientar um plantel recheado de jogadores de alto nível nas principais ligas, o Brasil chega a este encontro com total favoritismo e a obrigação de confirmar os três pontos. A superioridade técnica e táctica da seleção brasileira aponta claramente para uma vitória do Brasil.
O Haiti é uma seleção jovem e inexperiente a este nível, construída sobretudo com jogadores da liga da CONCACAF e alguns elementos a atuar na Europa. A capacidade ofensiva haitiana não é suficiente para criar perigo frente a uma defesa brasileira bem organizada e habituada a anular adversários.
O Brasil tem todas as condições para gerir o encontro com autoridade e fechar a sua baliza num jogo em que o adversário raramente chegará a criar situações claras de golo. A diferença de nível entre as duas selecções sustenta o ambas marcam: não neste encontro.
O Brasil entra neste jogo pressionado a fazer uma exibição convincente após a estreia frente ao Marrocos, e o Haiti representa a oportunidade ideal para abrir o marcador. O Brasil tem várias soluções ofensivas e, se for eficaz, pode construir um resultado com vários golos.
O Haiti, a fazer a sua segunda participação de sempre num Mundial e a primeira em 52 anos, não terá capacidade de manter a sua estrutura defensiva intacta durante os noventa minutos frente à qualidade ofensiva brasileira. A superioridade da canarinha e a fragilidade defensiva haitiana sustentam o over 2.5.