A Suíça é uma das selecções mais consistentes do futebol europeu, com uma presença regular nas fases a eliminar dos grandes torneios e uma qualificação para este Mundial realizada de forma invicta. O plantel helvético combina experiência internacional de alto nível com uma organização táctica que raramente falha, tornando-a a favorita clara do Grupo B.
Com nomes como Granit Xhaka, Manuel Akanji e Gregor Kobel a liderar um bloco sólido e disciplinado, a Suíça tem as ferramentas para controlar os jogos e impor o seu ritmo independentemente do adversário. A qualidade e maturidade colectiva da selecção helvética apontam para a vitória da Suíça na maioria dos jogos da fase de grupos.
A Suíça é uma seleção ofensivamente dinâmica, com jogadores de alto nível em várias posições do ataque e do meio-campo, capaz de criar perigo de forma regular mesmo frente a adversários organizados. O plantel helvético não se fecha sobre si próprio e tende a procurar o golo mesmo quando está em vantagem.
Os adversários do Grupo B — Canadá, Bósnia e Qatar — têm todos capacidade para criar pelo menos uma situação de golo, seja por bola parada, transição ou inspiração individual. A natureza aberta dos jogos da fase de grupos e o potencial de resposta dos rivais sustentam o ambas marcam.
A Suíça abordará os jogos da fase de grupos com ambição ofensiva, procurando impor o seu jogo desde cedo e criar situações de golo de forma consistente ao longo dos noventa minutos. O perfil atacante do plantel helvético, com várias soluções na frente, torna provável jogos com pelo menos dois golos.
Mesmo os adversários mais modestos do Grupo B têm capacidade ofensiva para contribuir para um total de golos elevado, seja por iniciativa própria ou por eficácia a aproveitar os espaços deixados pela Suíça. A dinâmica ofensiva esperada sustenta o prognóstico do Mundial em +1.5 golos.